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O pro­jeto partiu do con­ceito da própria gas­trono­mia ital­iana: aberta aos impro­vi­sos e a far­tura, mas também atenta aos pequenos detal­hes. Através do garimpo de móveis e obje­tos, a intenção foi criar um ambi­ente car­regado de sim­bolismo, afeto e memória. 

As tex­turas orig­i­nais da casa foram man­ti­das e alguns itens já pre­sentes no local foram reuti­liza­dos e realo­ca­dos – como os tijo­los de barro que reves­tiam as pare­des do salão interno e se trans­for­maram em piso para a área externa. O arte­sanal também se faz pre­sente no mate­r­ial escol­hido para o reves­ti­mento tanto de piso quanto parede: o ladrilho hidráulico. 

A ilu­mi­nação leve e min­i­mal­ista dis­posta em varais realça o posi­ciona­mento do mobil­iário, assim como a veg­e­tação e itens dec­o­ra­tivos.

Ref­er­en­ciando o teatro bar­roco surgem pin­turas no teto e formas orgâni­cas em detal­hes de marce­naria. A acu­mu­lação de ele­men­tos como lin­guagem, numa pro­fusão de cores, formas e mate­ri­ais con­den­sa­dos em uma ode à Itália.

Ficha Técnica

Fotos: Tomás Rangel
Ilus­trações: Gio­vanna Scal­fone
Con­stru­tora: OCA Engen­haria
Ilu­mi­nação: Alessan­dro Bos­chini
Dec­o­ração: Julia Pina